Imagens originais
O detentor do destino...
This is War
Um aviso para o povo
O bem e o mal
Isto é guerra
Para o soldado, o civil. Isto é guerra.
O mártir, a vítima É o momento da verdade e o momento para mentir
O momento de viver e o momento de morrer
O momento de luta, o momento de lutar
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Incompleto
O vazio me preenche
Olhares sem direção
Vozes sem sentido
Sem sua presença não posso
Não posso me encontrar...
Tentei seguir
Como se nunca tivesse te encontrado
Eu tentei...
Viver como se nunca tivesse te tocado..
Eu falhei...
Sem você...
Sou apenas incompleto...
Olhares sem direção
Vozes sem sentido
Sem sua presença não posso
Não posso me encontrar...
Tentei seguir
Como se nunca tivesse te encontrado
Eu tentei...
Viver como se nunca tivesse te tocado..
Eu falhei...
Sem você...
Sou apenas incompleto...
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Tudo o que te faz completa
Caminhando pelo mundo
Repleto
De dor e solidão
Sendo chamado de mentiroso
Tendo os que me são próximos feridos
Amaldiçoado
Sem ninguém em que acreditar
Então você diz...
"-Então se um dia estivermos juntos"
Você diz que ficará ao meu lado
Ao meu lado e de mais ninguém...
Que me dará tudo o que te faz completa
Que entenderá a minha dor
E minha solidão...
Repleto
De dor e solidão
Sendo chamado de mentiroso
Tendo os que me são próximos feridos
Amaldiçoado
Sem ninguém em que acreditar
Então você diz...
"-Então se um dia estivermos juntos"
Você diz que ficará ao meu lado
Ao meu lado e de mais ninguém...
Que me dará tudo o que te faz completa
Que entenderá a minha dor
E minha solidão...
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Cansado
De palavras vagas
De datas imprecisas
De se's e mais nada
Cansado de nem sim
Nem não
De talvez, quem sabe
De fugas e medos
Cansado de não te tocar
De ter sem poder
Cansado de esperanças
Tentado a voltar a andar sozinho
Sem ninguém com quem falar
Sem ninguém a quem esperar...
De datas imprecisas
De se's e mais nada
Cansado de nem sim
Nem não
De talvez, quem sabe
De fugas e medos
Cansado de não te tocar
De ter sem poder
Cansado de esperanças
Tentado a voltar a andar sozinho
Sem ninguém com quem falar
Sem ninguém a quem esperar...
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Fracasso
Dias assim quero me eskecer de mim
De meus tolos caminhos
De minhas estradas erradas
De minhas leis
De tudo que não fiz
De tudo pelo que desisti
Do que perdi
Dias assim quero apenas
Desistir de minha humanidade
Me entregar a magia
De ser apenas um dragão errante
Que nada teme... Que nada ama...
De meus tolos caminhos
De minhas estradas erradas
De minhas leis
De tudo que não fiz
De tudo pelo que desisti
Do que perdi
Dias assim quero apenas
Desistir de minha humanidade
Me entregar a magia
De ser apenas um dragão errante
Que nada teme... Que nada ama...
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Sou como os dragões
Me mesclando as sombras
Vagando antes do amanhecer...
Sem saber onde pousar...
Onde chamar de lar
Sou como os dragões
Um andarilho do céu
Sem nada como um coração
Sem nada como uma alma
Sou como um dragão
Minha solidão são minha escamas
Minha tristeza, minhas garras
Minha fúria...
Presas
Sou um dragão...
Sem ter para onde voltar...
Sem ter para quem voltar...
Apenas meu reino
O Céu antes do amanhecer...
Vagando antes do amanhecer...
Sem saber onde pousar...
Onde chamar de lar
Sou como os dragões
Um andarilho do céu
Sem nada como um coração
Sem nada como uma alma
Sou como um dragão
Minha solidão são minha escamas
Minha tristeza, minhas garras
Minha fúria...
Presas
Sou um dragão...
Sem ter para onde voltar...
Sem ter para quem voltar...
Apenas meu reino
O Céu antes do amanhecer...
sábado, 17 de setembro de 2011
Por do sol
As vezes o por do sol me traz solidão
Me traz lembranças de você
Saudades do seu toque
Do seu beijo
Do seu desejo...
De segurar sua mão pelas ruas
De te chamar de minha menina em nosso lar
De te dar carinho
De ver seu rosto de irritada se desfazendo...
De não lembrar o quão longe estou de você
De perder o medo de você achar um outro alguém...
Me traz lembranças de você
Saudades do seu toque
Do seu beijo
Do seu desejo...
De segurar sua mão pelas ruas
De te chamar de minha menina em nosso lar
De te dar carinho
De ver seu rosto de irritada se desfazendo...
De não lembrar o quão longe estou de você
De perder o medo de você achar um outro alguém...
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Andarilho
Um espadachim andarilho
Uma espada sem mestre
Um caminhante vadio
Nunca me curvar
Nunca me quebrar
Nunca desistir
Apenas um andarilho sem caminho aparente
Uma espada sem mestres
Vivendo pela espada, vivendo por magia
Respirando a guerra, no mar das batalhas
Uma espada sem mestre
Um caminhante vadio
Nunca me curvar
Nunca me quebrar
Nunca desistir
Apenas um andarilho sem caminho aparente
Uma espada sem mestres
Vivendo pela espada, vivendo por magia
Respirando a guerra, no mar das batalhas
domingo, 29 de maio de 2011
Vontade de você
Vontade de te ter em meu colo
De mordiscar seu pescoço
Te ter em minha mãos
Te embalar, ritmado como o mar
Te beijar, suave como vento
Vontade de acordar ao se lado
De brincar com seu cabelo
Te despertar seu sorriso
Vontade de ser feliz ao seu lado...
De mordiscar seu pescoço
Te ter em minha mãos
Te embalar, ritmado como o mar
Te beijar, suave como vento
Vontade de acordar ao se lado
De brincar com seu cabelo
Te despertar seu sorriso
Vontade de ser feliz ao seu lado...
sábado, 14 de maio de 2011
Mercenários
Vivemos para lutar
Lutamos por dinheiro
Morremos pela aquelas que gastaram o nosso dinheiro
Somos Mercenários
Seja em finas festas protegendo nobres
Ou em asquerosas favelas matando pobres
Somos mercenários
De que nos serve a glória
De que nos serve a honra
Lutamos até a vitória
Lutamos até nos perdermos
No caos
Do mar das batalhas
Nosso lar é a guerra
Nosso descanso... Nossa paz
É apenas na morte... Dos nosso inimigos...
Lutamos por dinheiro
Morremos pela aquelas que gastaram o nosso dinheiro
Somos Mercenários
Seja em finas festas protegendo nobres
Ou em asquerosas favelas matando pobres
Somos mercenários
De que nos serve a glória
De que nos serve a honra
Lutamos até a vitória
Lutamos até nos perdermos
No caos
Do mar das batalhas
Nosso lar é a guerra
Nosso descanso... Nossa paz
É apenas na morte... Dos nosso inimigos...
sábado, 26 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Sombras e Florestas
Correndo em meio a relva
Se confundindo com as plantas
Sem nada tocar
Sem nada levar
Fugaz como vento
Inebriante como a noite
Voando rasante por dentro da floresta
Apenas solidão como companhia
Apenas fúria em meus olhos
Apenas o vazio em minha mente
Apenas uma sombra em meio a escuridão da noite e o prateado do luar...
Se confundindo com as plantas
Sem nada tocar
Sem nada levar
Fugaz como vento
Inebriante como a noite
Voando rasante por dentro da floresta
Apenas solidão como companhia
Apenas fúria em meus olhos
Apenas o vazio em minha mente
Apenas uma sombra em meio a escuridão da noite e o prateado do luar...
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A menina com os olhos da Deusa
Esse texto é continuação de "A menina com olhos de Dragão", não vale a pena ser lido sem ler os dois textos anteriores.
A aprendiz caminha rumo ao centro do tatame, se livrar das bainhas, olhando a espada curta já longe de seu alcance. Ela apontou a espada longa para o mestre, se preparou para investida. E o mestre apenas andou ao redor de sua aprendiz. Então como um único som, ambos começarão.
Bruxo – Que a noite seja meu manto
Aprendiz – Que a noite seja meu manto
Bruxo – Que a escuridão seja aminha armadura
Aprendiz - Que a escuridão seja aminha armadura
Bruxo – Que meus passos sejam como o vento
Aprendiz - Que meus passos sejam como o vento
Bruxo – Que ao final não haja amigos ou inimigos
Aprendiz - Que ao final não haja amigos ou inimigos
Bruxo – Que a noite me dê sua bênção
Aprendiz – Que a lua me dê sua bênção
Bruxa – Comece!
Silêncio, escuridão. Nada se moveu nada emitiu som. Então a aprendi notou o sol nascendo, notou que ele estava exatamente atrás do mestre.
Aprendiz – Filho de uma c...
A bainha do mestre foi arremessada. A aprendiz disparou em direção ao mestre. A voz dela rugiu como um trovão. Do braço direito dela escorreu sangue, ficou dormente.
Quando a espada dela quase o tocou a espada dele foi desviada para a esquerda dela. Ela deu um passo para direita então girou tentando decapitá-lo.
Então ela viu de novo. Quando se encontraram a primeira vez em um sonho. Quando se encontraram no hospício de onde ele a tirou. Quando ela foi pra rede dele. Quando ele a ensinou sobre magia, matemática poesia dragões e bruxos. Então ela tomou a decisão. Ela tornou seus olhos cinza, ela liberou a magia. Então escuridão...
Alguns minutos depois ela acorda tossindo, e soltando palavrões, droga eu to viva ou no inferno que coisa é essa?
Bruxo – Antídoto para o veneno que havia na bainha. Ele causa dor e dormência. Ou achava mesmo que eu havia decepado seu pé, seu braço, sua cabeça?
Aprendiz – Quer mesmo que eu respondo? Mas eu perdi porque estou viva?
Bruxo – Eu disse que testaria seu coração e não sua habilidade com espada.
Aprendiz – Você disse que quem perdesse morreria.
Bruxo – Se você me matasse então seria muito jovem e poderosa. Treinar alguém assim seria um motivo aceitável para minha morte, se você tivesse tentado me matar até o fim então seria você a esta morta. O teste era para o seu coração. A lição mais importante para alguém que usa magia ou espada. Não é como cortar nem quem cortar. A mais importante é quem não cortar... Se cortar até mesmo os que ama, então eu teria de te matar.
Aprendiz – Eu ainda não me importaria em matar ela...
Apontando para a bruxa...
Bruxo – Nem eu mais ai é sobre ver as conseqüências rs...
A aprendiz caminha rumo ao centro do tatame, se livrar das bainhas, olhando a espada curta já longe de seu alcance. Ela apontou a espada longa para o mestre, se preparou para investida. E o mestre apenas andou ao redor de sua aprendiz. Então como um único som, ambos começarão.
Bruxo – Que a noite seja meu manto
Aprendiz – Que a noite seja meu manto
Bruxo – Que a escuridão seja aminha armadura
Aprendiz - Que a escuridão seja aminha armadura
Bruxo – Que meus passos sejam como o vento
Aprendiz - Que meus passos sejam como o vento
Bruxo – Que ao final não haja amigos ou inimigos
Aprendiz - Que ao final não haja amigos ou inimigos
Bruxo – Que a noite me dê sua bênção
Aprendiz – Que a lua me dê sua bênção
Bruxa – Comece!
Silêncio, escuridão. Nada se moveu nada emitiu som. Então a aprendi notou o sol nascendo, notou que ele estava exatamente atrás do mestre.
Aprendiz – Filho de uma c...
A bainha do mestre foi arremessada. A aprendiz disparou em direção ao mestre. A voz dela rugiu como um trovão. Do braço direito dela escorreu sangue, ficou dormente.
Quando a espada dela quase o tocou a espada dele foi desviada para a esquerda dela. Ela deu um passo para direita então girou tentando decapitá-lo.
Então ela viu de novo. Quando se encontraram a primeira vez em um sonho. Quando se encontraram no hospício de onde ele a tirou. Quando ela foi pra rede dele. Quando ele a ensinou sobre magia, matemática poesia dragões e bruxos. Então ela tomou a decisão. Ela tornou seus olhos cinza, ela liberou a magia. Então escuridão...
Alguns minutos depois ela acorda tossindo, e soltando palavrões, droga eu to viva ou no inferno que coisa é essa?
Bruxo – Antídoto para o veneno que havia na bainha. Ele causa dor e dormência. Ou achava mesmo que eu havia decepado seu pé, seu braço, sua cabeça?
Aprendiz – Quer mesmo que eu respondo? Mas eu perdi porque estou viva?
Bruxo – Eu disse que testaria seu coração e não sua habilidade com espada.
Aprendiz – Você disse que quem perdesse morreria.
Bruxo – Se você me matasse então seria muito jovem e poderosa. Treinar alguém assim seria um motivo aceitável para minha morte, se você tivesse tentado me matar até o fim então seria você a esta morta. O teste era para o seu coração. A lição mais importante para alguém que usa magia ou espada. Não é como cortar nem quem cortar. A mais importante é quem não cortar... Se cortar até mesmo os que ama, então eu teria de te matar.
Aprendiz – Eu ainda não me importaria em matar ela...
Apontando para a bruxa...
Bruxo – Nem eu mais ai é sobre ver as conseqüências rs...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A menina com olhos de dragão
Só há sentido em ler esse post se antes leu "A menina com olhos de tempestade" se não é só perca de tempo.
Por um segundo tudo era nada, nada era o tudo, por um instante a lua não se mexeu e tudo, em todo o mundo era pura escuridão.
Ao acordar do seu devaneio a aprendiz levantou a espada longa em sua mão direita a tempo de defender a bainha. Ela tremeu, mal aguentou o peso, quase não conseguindo se defender do segundo golpe. A espada na mão esquerda do mestre acerta a espada curta da aprendiz a pegando desprevenida, arremessando aprendiz para um lado espada curta para outro.
Ela saboreou anda até a aprendiz ainda tentando se levantar, ele apreciou o medo no ar, ele apreciou ver os olhos dela mudando de cinza para prata, olhos de um dragão. A velocidade com a qual ela o atacou, a sede de sangue. Sem medos, sem receios, apenas desejo de sobreviver, desejo de matar, então ele viu a pura vontade de matar... Ele viu a menina se perdendo em meio ao dragão então ele viu. Ele provavelmente teria de matá-la essa noite. Ao desviar a espada dela com a bainha de berro, ao acerta-la com uma cabeçada, ao ver sua espada descendo em direção ao pescoço dela... Ao se despedir daqueles olhos de dragão
Bruxa - Parem.
Por um segundo tudo era nada, nada era o tudo, por um instante a lua não se mexeu e tudo, em todo o mundo era pura escuridão.
Ao acordar do seu devaneio a aprendiz levantou a espada longa em sua mão direita a tempo de defender a bainha. Ela tremeu, mal aguentou o peso, quase não conseguindo se defender do segundo golpe. A espada na mão esquerda do mestre acerta a espada curta da aprendiz a pegando desprevenida, arremessando aprendiz para um lado espada curta para outro.
Ela saboreou anda até a aprendiz ainda tentando se levantar, ele apreciou o medo no ar, ele apreciou ver os olhos dela mudando de cinza para prata, olhos de um dragão. A velocidade com a qual ela o atacou, a sede de sangue. Sem medos, sem receios, apenas desejo de sobreviver, desejo de matar, então ele viu a pura vontade de matar... Ele viu a menina se perdendo em meio ao dragão então ele viu. Ele provavelmente teria de matá-la essa noite. Ao desviar a espada dela com a bainha de berro, ao acerta-la com uma cabeçada, ao ver sua espada descendo em direção ao pescoço dela... Ao se despedir daqueles olhos de dragão
Bruxa - Parem.
Assinar:
Postagens (Atom)


