domingo, 1 de fevereiro de 2015

o dragão e o mago... Mais uma note...

O mago olhas as chamas na noite, enquanto as chamas o olham de volta. Delas surge outro mago, semelhante ao primeiro quanto ao rosto mas de manto tecido da noite e costurado com fios do luar.

Dragão - Que vergonha. Então até você pode sangrar?
Mago - As vezes é preciso se arriscar.
Dragão - Foi ferido por algo tão insignificante...
Mago - Por muitos anos a noite me protegeu. Acho que é hora de viver um pouco sob o sol. Isso será desagradável algumas vezes, outras irei me ferir, talvez até pensar em desistir. Mas hoje é necessário.
Dragão - Você detesta a luz e não gosta das pessoas que vivem sob o sol.
Mago - Detestamos as pessoas, se elas são da noite ou do dia nunca importou muito. Lutas que não sabemos se iremos ganhar podem ser divertidas.
Dragão - Não vejo graça em perder
Mago - Isso nos deixa mais fortes.
Dragão - Absurdo. Apenas um fraco pensaria assim.
Mago - Qual a ultima vez que vencemos qualquer coisa durante o dia? Em que ganhamos qualquer coisa durante o dia, em que conquistamos algo durante o dia? Sim meu dragão, no somos fracos durante o dia. Teremos de sangrar, lutar, cair e nos erguer varias e varias vezes antes de nos acharmos fortes.
Dragão - O que há de bom em um lugar com luz?
Mago - O que ainda não está sob nossas guarras.

Os olhos do mago de manto negros se iluminarão como fogo. Com um murmurio as chamas se extinguiram e um poderoso vento envolveu o o pulso do mago de manto cinza e formaram um bracelete quase invisível.

Dragão - Sombras podem ser uteis, mas difíceis de controlar durante o dia. Mas o vento. Ele sempre vem com facilidade ao nosso chamado.   Não estarei lá durante o dia. Tente não morrer.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Prestes

Dias de cansaço
Dias de exaustão
Dias de queda

E...

Me sinto preste a cair
Me sinto pronto para perder
E desistir
Pois eu sei sim
Há um monstro em mim
Que pode destruir
Tudo que um dia eu quis


sábado, 27 de dezembro de 2014

A dama e mago

Ela
Quantas lágrimas podem está escondidas no sorriso de seu rosto?
Talvez elas espionem o mundo através do seu olhar frio,
enquanto matam você...

Ele
Tantas quanto o mar
Mas elas se revelam...
Apenas no silêncio e solidão.

Para o mundo.
Meu sorriso triste é o bastante
Minhas lágrimas e meu coração..
Apenas para aquela que...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Prestes a cair.

Dor, cansaço, desesperança
Tantas batalhas perdi
Por tantos descaminhos vivi

O vento levou
Mais do que eu posso recuperar
O tempo apagou
Tudo que eu desejei guardar

Minhas forças findou
Minha energia acabou

Eu...
Estou preste a cair...
Mas por minhas magia
Por minhas asas de dragão...

Morrerei em volto em fúria, sangue e aço
 Antes de pensar em desistir...

sábado, 29 de novembro de 2014

Ecoando na luz do luar

Em dias cheios de lamentos e tristezas
Promessas nunca são realizadas
Foi assim que me senti
Durante minha jornada a um sonho distante

Mas se eu parar aqui
Sinto como se fosse perder para mim mesmo
Na noite em que me feri
Eu ouvi a voz de alguém
Ecoando no luz do luar

Uma novo começo me aguarda...
Longe das espadas
Perto dos livros

Uma tristeza imensurável me acompanha...
Uma solidão crepuscular me detêm

Mas finalmente eu chamei o vento
Para tudo levar
Finalmente permiti o tempo
Tudo apagar...

Talvez sejam minhas lembranças a sucumbir
Talvez seja a mim... A cair

Mas lembra minha doce menina
O destino daqueles que vivem com orgulho (Como eu)
É morrer na solidão...

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Recomeço do vento

Então foi assim
Meses sem te ver
E hoje a noite assim

Seus olhos
Os meus
Nunca a se desviarem

O mundo ao nosso redor a parar
Seus amigos, o vento, a água o tempo
Nada consegue deter o seu significar.

Eu perante você
Você... Tão jovem
Com olhos tão velhos quanto o tempo

Então um beijo.
Calmo
Delicado
Longo
Como antigos amante.
Tão natural quanto o vento que voltou a soprar
Quanto minhas feridas que começaram a sarar...

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Caminhos

Caminhadas longas
Caminhos difíceis
Corridas distantes

Meus joelhos a ceder
Minha magia a morrer
Meu eu a se perder
Meu corpo, pelo abismo, descer

Asas recolhidas
Guarras retraídas
Presas escondidas

Até meu ódio e meu orgulho a me deixar
Minha musa em alguma curva do destino me abandonar
Triste dragão, que saudades por este céu não vai deixar...

Vitorias e Derrotas

Batalhas vencidas
Guerras perdidas

Finalmente um senhor (Trabalhando)
Finalmente minha terra (Fortaleza)
Finalmente meu companheiros (Amigos há muito distantes)
Finalmente meu santuário (Faculdade)

Mas a solidão me acompanha
O vento é triste
A noite não me traz sua proteção

Tão longe de meus olhos
Você
Dona de meus pensamento antes de dormir
Tão longe de meu toque
Minha mão a te buscar ao acordar...

Mesmo vencendo
O desespero me vem
Mesmo evoluindo
Me sinto retrocedendo longe de ti...

Mesmo com minha vida indo para o caminho que desejo...
Não vale muito sem você a trilha-lo ao meu lado....

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Entre o crepúsculo e o amanhecer

Caminhando pela noite
Entre  brumas e tempo
Entre  névoas e pensamentos
Sem nunca encontra alento

Por aventuras vividas
Por caminhos pedidos...

Cicatrizes no corpo...

Uma lamina quebrada...
Uma armadura despedaçada
Alma destroçada...


Há 7 anos escrevi essa poesia. Há sete anos. Muitos quilômetros viajei. Aventuras, desventuras vivi. Amores encontrei. Amores perdi. Hoje estou tão só quanto há 7 anos. Caminhando pela noite. Infelizmente essa poesia poderia ter sido escrito hoje. Tenho mais cicatrizes. Mais erros. Bem, 7 anos é um bom tempo para um blogger. Essa é minha despedida. Dia 30 encerro o blogger. Mas provavelmente não postarei mais. Meu email deve estar em algum canto por ai caso alguém queira entrar em contato...

sábado, 8 de novembro de 2014

Ira 2

Pesadelos, inconsciência, exaustão. Mesmo em sonhos o mago continua a socar o mesmo saco de areia...

Lutar
até os punhos sangrar
Chutar
Até os osso quebrar

Sombras e magia fazem o ar crepitar
Ondas de escuridão, a me cercar

Miríades de imagens
Meu corpo a mudar
Espadas, minhas presas a tornar
Lanças, minhas guarras a mudar

Pois meu sangue é o fogo
E meu sopro a morte

Então não a mais mago
Não há mais dor
Apenas um dragão de sombras

Apenas a fúria de um dragão
A tudo destruir
A tudo consumir...

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Ira

A ira a me tomar
Desejo
De tudo obliterar

Raiva, dor
O lutador e o saco de arei
Não existia mais nada em seu mundo

Velocidade,
O sangue escorrendo de seus punhos
Magia a transbordar
A escuridão a consumir seu coração
A sanidade a desmoronar


A fúria a me tomar, controlar, consumir, destruir
Exaustão e por fim escuridão


Ira. Por mais sombrio que seja o mago, por maior que seja o poder do mago. As vezes. Apenas as vezes ele se sente fraco, pequeno, incapaz Seu orgulho é capaz de fazer ele seguir em frente, manter a dignidade e sair lentamente, ao invéz de se humilhar como é seu desejo nessas horas. As vezes, apenas as vezes. Ele não é capaz de confrontar, não é capaz de lutar pelo que ele mais deseja, as vezes. Ele não consegue dizer as palavras certas, o medo o paralisa e o orgulho o faz fugir. As vezes tudo que ele consegue é concordar, virar as costas e ir em bora antes de ser abandonado, as vezes, apenas as vezes. Ele faz o que mais odeia, fingir, ele sente o que mais odeia, medo, ele se turna o que mais despreza, um covarde...

Olhar e Silêncio

- Há algumas semanas a ausência dela foi uma resposta. Dolorosa, mas não inesperada. Um mago a decidi deixar o tempo levar. As memorias de uma certa dama o vento apagar. Orgulho acima de qualquer coisa. De qualquer um. Então semanas depois. Longe do seu olhar, de sua alegria de sua luz. Era um até belo dia .Enquanto ele trabalhava no laboratório, certa dama entra e em um momento, em um cruzar de olhar. O mudo começa a girar...

A dama e o mago
Um olhar
O tempo parar
A eletricidade no ar


Sombras, vida a ganhar

Pessoas ao redor, a afetar
Um grito no ar


Lampadas apagar

Um dragão de sombras pelo laboratório a voar
Luzes de eminencia novamente a piscar
E um mago a enfermeira, um aluno inconsciente a levar...


E por causa do caos no laboratório, do aluno inconsciente, de outro aluno alucinando com dragões de sombra, pelo orgulho do mago, pela decisão dela. Houve um olhar, que durou por uma eternidade. Houve um olhar e silêncio...

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Noites de baladas




Noite de baladas triste
De lembranças
De melancolia...

Noite de uma bebida
De muitas saudades
Notes de lembrar

De lembrar
De v...

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Lunas y Estrellas




Me perdendo em caminhos
Dos descaminhos que escolhi
Seguindo a  luna
Perdido entre estrelas

Já não consigo
Não mais...
Já não consigo 
Não pensar...
Em...