sábado, 26 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Sombras e Florestas
Correndo em meio a relva
Se confundindo com as plantas
Sem nada tocar
Sem nada levar
Fugaz como vento
Inebriante como a noite
Voando rasante por dentro da floresta
Apenas solidão como companhia
Apenas fúria em meus olhos
Apenas o vazio em minha mente
Apenas uma sombra em meio a escuridão da noite e o prateado do luar...
Se confundindo com as plantas
Sem nada tocar
Sem nada levar
Fugaz como vento
Inebriante como a noite
Voando rasante por dentro da floresta
Apenas solidão como companhia
Apenas fúria em meus olhos
Apenas o vazio em minha mente
Apenas uma sombra em meio a escuridão da noite e o prateado do luar...
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A menina com os olhos da Deusa
Esse texto é continuação de "A menina com olhos de Dragão", não vale a pena ser lido sem ler os dois textos anteriores.
A aprendiz caminha rumo ao centro do tatame, se livrar das bainhas, olhando a espada curta já longe de seu alcance. Ela apontou a espada longa para o mestre, se preparou para investida. E o mestre apenas andou ao redor de sua aprendiz. Então como um único som, ambos começarão.
Bruxo – Que a noite seja meu manto
Aprendiz – Que a noite seja meu manto
Bruxo – Que a escuridão seja aminha armadura
Aprendiz - Que a escuridão seja aminha armadura
Bruxo – Que meus passos sejam como o vento
Aprendiz - Que meus passos sejam como o vento
Bruxo – Que ao final não haja amigos ou inimigos
Aprendiz - Que ao final não haja amigos ou inimigos
Bruxo – Que a noite me dê sua bênção
Aprendiz – Que a lua me dê sua bênção
Bruxa – Comece!
Silêncio, escuridão. Nada se moveu nada emitiu som. Então a aprendi notou o sol nascendo, notou que ele estava exatamente atrás do mestre.
Aprendiz – Filho de uma c...
A bainha do mestre foi arremessada. A aprendiz disparou em direção ao mestre. A voz dela rugiu como um trovão. Do braço direito dela escorreu sangue, ficou dormente.
Quando a espada dela quase o tocou a espada dele foi desviada para a esquerda dela. Ela deu um passo para direita então girou tentando decapitá-lo.
Então ela viu de novo. Quando se encontraram a primeira vez em um sonho. Quando se encontraram no hospício de onde ele a tirou. Quando ela foi pra rede dele. Quando ele a ensinou sobre magia, matemática poesia dragões e bruxos. Então ela tomou a decisão. Ela tornou seus olhos cinza, ela liberou a magia. Então escuridão...
Alguns minutos depois ela acorda tossindo, e soltando palavrões, droga eu to viva ou no inferno que coisa é essa?
Bruxo – Antídoto para o veneno que havia na bainha. Ele causa dor e dormência. Ou achava mesmo que eu havia decepado seu pé, seu braço, sua cabeça?
Aprendiz – Quer mesmo que eu respondo? Mas eu perdi porque estou viva?
Bruxo – Eu disse que testaria seu coração e não sua habilidade com espada.
Aprendiz – Você disse que quem perdesse morreria.
Bruxo – Se você me matasse então seria muito jovem e poderosa. Treinar alguém assim seria um motivo aceitável para minha morte, se você tivesse tentado me matar até o fim então seria você a esta morta. O teste era para o seu coração. A lição mais importante para alguém que usa magia ou espada. Não é como cortar nem quem cortar. A mais importante é quem não cortar... Se cortar até mesmo os que ama, então eu teria de te matar.
Aprendiz – Eu ainda não me importaria em matar ela...
Apontando para a bruxa...
Bruxo – Nem eu mais ai é sobre ver as conseqüências rs...
A aprendiz caminha rumo ao centro do tatame, se livrar das bainhas, olhando a espada curta já longe de seu alcance. Ela apontou a espada longa para o mestre, se preparou para investida. E o mestre apenas andou ao redor de sua aprendiz. Então como um único som, ambos começarão.
Bruxo – Que a noite seja meu manto
Aprendiz – Que a noite seja meu manto
Bruxo – Que a escuridão seja aminha armadura
Aprendiz - Que a escuridão seja aminha armadura
Bruxo – Que meus passos sejam como o vento
Aprendiz - Que meus passos sejam como o vento
Bruxo – Que ao final não haja amigos ou inimigos
Aprendiz - Que ao final não haja amigos ou inimigos
Bruxo – Que a noite me dê sua bênção
Aprendiz – Que a lua me dê sua bênção
Bruxa – Comece!
Silêncio, escuridão. Nada se moveu nada emitiu som. Então a aprendi notou o sol nascendo, notou que ele estava exatamente atrás do mestre.
Aprendiz – Filho de uma c...
A bainha do mestre foi arremessada. A aprendiz disparou em direção ao mestre. A voz dela rugiu como um trovão. Do braço direito dela escorreu sangue, ficou dormente.
Quando a espada dela quase o tocou a espada dele foi desviada para a esquerda dela. Ela deu um passo para direita então girou tentando decapitá-lo.
Então ela viu de novo. Quando se encontraram a primeira vez em um sonho. Quando se encontraram no hospício de onde ele a tirou. Quando ela foi pra rede dele. Quando ele a ensinou sobre magia, matemática poesia dragões e bruxos. Então ela tomou a decisão. Ela tornou seus olhos cinza, ela liberou a magia. Então escuridão...
Alguns minutos depois ela acorda tossindo, e soltando palavrões, droga eu to viva ou no inferno que coisa é essa?
Bruxo – Antídoto para o veneno que havia na bainha. Ele causa dor e dormência. Ou achava mesmo que eu havia decepado seu pé, seu braço, sua cabeça?
Aprendiz – Quer mesmo que eu respondo? Mas eu perdi porque estou viva?
Bruxo – Eu disse que testaria seu coração e não sua habilidade com espada.
Aprendiz – Você disse que quem perdesse morreria.
Bruxo – Se você me matasse então seria muito jovem e poderosa. Treinar alguém assim seria um motivo aceitável para minha morte, se você tivesse tentado me matar até o fim então seria você a esta morta. O teste era para o seu coração. A lição mais importante para alguém que usa magia ou espada. Não é como cortar nem quem cortar. A mais importante é quem não cortar... Se cortar até mesmo os que ama, então eu teria de te matar.
Aprendiz – Eu ainda não me importaria em matar ela...
Apontando para a bruxa...
Bruxo – Nem eu mais ai é sobre ver as conseqüências rs...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A menina com olhos de dragão
Só há sentido em ler esse post se antes leu "A menina com olhos de tempestade" se não é só perca de tempo.
Por um segundo tudo era nada, nada era o tudo, por um instante a lua não se mexeu e tudo, em todo o mundo era pura escuridão.
Ao acordar do seu devaneio a aprendiz levantou a espada longa em sua mão direita a tempo de defender a bainha. Ela tremeu, mal aguentou o peso, quase não conseguindo se defender do segundo golpe. A espada na mão esquerda do mestre acerta a espada curta da aprendiz a pegando desprevenida, arremessando aprendiz para um lado espada curta para outro.
Ela saboreou anda até a aprendiz ainda tentando se levantar, ele apreciou o medo no ar, ele apreciou ver os olhos dela mudando de cinza para prata, olhos de um dragão. A velocidade com a qual ela o atacou, a sede de sangue. Sem medos, sem receios, apenas desejo de sobreviver, desejo de matar, então ele viu a pura vontade de matar... Ele viu a menina se perdendo em meio ao dragão então ele viu. Ele provavelmente teria de matá-la essa noite. Ao desviar a espada dela com a bainha de berro, ao acerta-la com uma cabeçada, ao ver sua espada descendo em direção ao pescoço dela... Ao se despedir daqueles olhos de dragão
Bruxa - Parem.
Por um segundo tudo era nada, nada era o tudo, por um instante a lua não se mexeu e tudo, em todo o mundo era pura escuridão.
Ao acordar do seu devaneio a aprendiz levantou a espada longa em sua mão direita a tempo de defender a bainha. Ela tremeu, mal aguentou o peso, quase não conseguindo se defender do segundo golpe. A espada na mão esquerda do mestre acerta a espada curta da aprendiz a pegando desprevenida, arremessando aprendiz para um lado espada curta para outro.
Ela saboreou anda até a aprendiz ainda tentando se levantar, ele apreciou o medo no ar, ele apreciou ver os olhos dela mudando de cinza para prata, olhos de um dragão. A velocidade com a qual ela o atacou, a sede de sangue. Sem medos, sem receios, apenas desejo de sobreviver, desejo de matar, então ele viu a pura vontade de matar... Ele viu a menina se perdendo em meio ao dragão então ele viu. Ele provavelmente teria de matá-la essa noite. Ao desviar a espada dela com a bainha de berro, ao acerta-la com uma cabeçada, ao ver sua espada descendo em direção ao pescoço dela... Ao se despedir daqueles olhos de dragão
Bruxa - Parem.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
A menina com olhos de tempestade
Uma história sobre bruxo. Apenas um relato sobre como se testa o coração de uma aprendiz...
Há algum tempo uma aprendiz foi testada pelo seu mestre. Seu coração foi testado, com aço, sangue e magia.
Um galpão qualquer em uma cidade litoránea, se encontrão 2 bruxos e uma aprendiz... O bruxo com uma roupa leve preta, carregando um sabre chinês e duas espadas japonesas, a bruxa um vestido branco leve e a aprendiz com um vestido verde claro, carregando no rosto olhos de tempestade.
Bruxo (O mestre) - Essas espadas são seu presente como iniciada, serão suas se viver até o amanhecer. Se falhar no teste eu enterro elas com você por consideração.
O bruxo vai até a aprendiz, lhe entrega as espadas, corta o dedo e passa o sangue em três tatuagens que ela carrega nas costas.
Bruxo - Eu te libero de suas promessas de lealdade até o amanhecer.
Aprendiz - Quem perder morre. Gostei da regra, porque ela esta aqui?
Bruxa - Sou apenas a juíza. O combate se divide em dois rounds de um minuto de luta e trinta segundos de descanso e o ultimo é até alguém vencer, sem limite de tempo..
A aprendiz coloca a espada maior, uma katana, na cintura do lado esquerdo e a menor cruzando as costas dela com o cabo para baixo no lado esquerdo. Olha para o mestre. Por um momento lembra de seus momentos juntos, da aulas perigosas, das noites que passaram juntos, de como ele a salvou. Matar o mestre para se tornar um bruxa... Escuta a risada de seu guardião, seu dragão de prata... Ela o evoca em seus braços e suas pernas. Velocidade...
O mestre olha a sua aprendiz. Hoje é uma noite tão boa para morrer quando qualquer outra, tão boa para matar como qualquer outra. Ele evoca um manto... Feito do mesmo tecido da noite, asas de seu dragão de sombras
Bruxo - Esse round não te atacarei com a espada, uma cortesia...
Bruxa - Comecem.
O tempo para, parece passar um eternidade, nada se move, nada parece sequer respirar. Então a aprendiz dispara como um relâmpago. Saca a espada golpeando da direita para esquerda, de cima para baixo acertando a espada do mestre ainda embainhada, continua o giro ataca com a bainha na mão esquerda, então gira e chuta.
Um grito de dor rompe a noite, a aprendiz sente parte de seu pé sendo amputado, dor e dormência. O mestre dispara em sua direção, usando a espada ainda embainhada...
Bruxa - Parem!
O mestre se afasta e volta para sua posição. Então a aprendiz vê, mesmo a bainha tem lâminas, mesmo a bainha dessa espada é uma arma.
Aprendiz - Merda é um duelo, nunca se falou que seria um duelo honesto ou puramente de espadas.
Ela pensa desesperada, como vencer, como derrubar a muralha que parou sua espada, como sobreviver, como não ser morta, como ser mais rápida. Então olha para seu mestre, para o manto que ele usa.
Aprendiz - Venha a mim dragão, seja minha armadura, seja minha força, seja minha velocidade, seja meu poder...
Ela saca a segunda espada e se prepara para dançar com a morte, para danças com espíritos, para matar quem ela ama.
Bruxa - Comecem.
O bruxo saca a espada e diz a frase que gelou o coração de sua aprendiz
Bruxo - Minha vez de atacar...
A continuação desse texto é A menina com os olhos de dragão. Já ta pronto, só me falta coragem de editar...
Há algum tempo uma aprendiz foi testada pelo seu mestre. Seu coração foi testado, com aço, sangue e magia.
Um galpão qualquer em uma cidade litoránea, se encontrão 2 bruxos e uma aprendiz... O bruxo com uma roupa leve preta, carregando um sabre chinês e duas espadas japonesas, a bruxa um vestido branco leve e a aprendiz com um vestido verde claro, carregando no rosto olhos de tempestade.
Bruxo (O mestre) - Essas espadas são seu presente como iniciada, serão suas se viver até o amanhecer. Se falhar no teste eu enterro elas com você por consideração.
O bruxo vai até a aprendiz, lhe entrega as espadas, corta o dedo e passa o sangue em três tatuagens que ela carrega nas costas.
Bruxo - Eu te libero de suas promessas de lealdade até o amanhecer.
Aprendiz - Quem perder morre. Gostei da regra, porque ela esta aqui?
Bruxa - Sou apenas a juíza. O combate se divide em dois rounds de um minuto de luta e trinta segundos de descanso e o ultimo é até alguém vencer, sem limite de tempo..
A aprendiz coloca a espada maior, uma katana, na cintura do lado esquerdo e a menor cruzando as costas dela com o cabo para baixo no lado esquerdo. Olha para o mestre. Por um momento lembra de seus momentos juntos, da aulas perigosas, das noites que passaram juntos, de como ele a salvou. Matar o mestre para se tornar um bruxa... Escuta a risada de seu guardião, seu dragão de prata... Ela o evoca em seus braços e suas pernas. Velocidade...
O mestre olha a sua aprendiz. Hoje é uma noite tão boa para morrer quando qualquer outra, tão boa para matar como qualquer outra. Ele evoca um manto... Feito do mesmo tecido da noite, asas de seu dragão de sombras
Bruxo - Esse round não te atacarei com a espada, uma cortesia...
Bruxa - Comecem.
O tempo para, parece passar um eternidade, nada se move, nada parece sequer respirar. Então a aprendiz dispara como um relâmpago. Saca a espada golpeando da direita para esquerda, de cima para baixo acertando a espada do mestre ainda embainhada, continua o giro ataca com a bainha na mão esquerda, então gira e chuta.
Um grito de dor rompe a noite, a aprendiz sente parte de seu pé sendo amputado, dor e dormência. O mestre dispara em sua direção, usando a espada ainda embainhada...
Bruxa - Parem!
O mestre se afasta e volta para sua posição. Então a aprendiz vê, mesmo a bainha tem lâminas, mesmo a bainha dessa espada é uma arma.
Aprendiz - Merda é um duelo, nunca se falou que seria um duelo honesto ou puramente de espadas.
Ela pensa desesperada, como vencer, como derrubar a muralha que parou sua espada, como sobreviver, como não ser morta, como ser mais rápida. Então olha para seu mestre, para o manto que ele usa.
Aprendiz - Venha a mim dragão, seja minha armadura, seja minha força, seja minha velocidade, seja meu poder...
Ela saca a segunda espada e se prepara para dançar com a morte, para danças com espíritos, para matar quem ela ama.
Bruxa - Comecem.
O bruxo saca a espada e diz a frase que gelou o coração de sua aprendiz
Bruxo - Minha vez de atacar...
A continuação desse texto é A menina com os olhos de dragão. Já ta pronto, só me falta coragem de editar...
domingo, 23 de janeiro de 2011
A Tempestade e o Dragão 2
Então o tempo parou
A metros do chão
As asas envolveram o dragão
Mas elas eram feitas do mesmo tecido da noite
Sua dor se foi
Só havia uma tristeza infinita
Sua fúria se foi
Só havia desprezo
Ao em vez dele cair no abismo
Ele disparou para frente
Sem se importar com quando machucava
Com quantos matava
Com quais cicatrizes carregava...
Anos depois... Em pé no para peito de uma ponte que adentrava o mar... Ele escutou a voz de uma menina...
- Demorou para te encontrar, meu dragão...
A metros do chão
As asas envolveram o dragão
Mas elas eram feitas do mesmo tecido da noite
Sua dor se foi
Só havia uma tristeza infinita
Sua fúria se foi
Só havia desprezo
Ao em vez dele cair no abismo
Ele disparou para frente
Sem se importar com quando machucava
Com quantos matava
Com quais cicatrizes carregava...
Anos depois... Em pé no para peito de uma ponte que adentrava o mar... Ele escutou a voz de uma menina...
- Demorou para te encontrar, meu dragão...
A Tempestade e o Dragão
Um dragão acima dos que arranhão o céu
Um dragão sem o bater de um coração
Asas negras no amago da tempestade
A chuva emprestava lagrimas
Ao que não sabia chorar
Trovões ao que não podia gritar
Raios para o que não queria mais ver
O vento, asas para o que desistiu de voar
Então dos céus em direção do abismo
O dragão mergulhou
Ele eskeceu a dor
Eskeceu o pensar
O Sentir
O existir
Ele apenas mergulhou
E encarou o futuro que o aguardava
O eskecimento no fundo do abismo...
---------------------------------------------
Poesia em duas partes... A continuação deu preguiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiça de escrever agora
Um dragão sem o bater de um coração
Asas negras no amago da tempestade
A chuva emprestava lagrimas
Ao que não sabia chorar
Trovões ao que não podia gritar
Raios para o que não queria mais ver
O vento, asas para o que desistiu de voar
Então dos céus em direção do abismo
O dragão mergulhou
Ele eskeceu a dor
Eskeceu o pensar
O Sentir
O existir
Ele apenas mergulhou
E encarou o futuro que o aguardava
O eskecimento no fundo do abismo...
---------------------------------------------
Poesia em duas partes... A continuação deu preguiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiça de escrever agora
sábado, 15 de janeiro de 2011
O Dragão e a Deusa
Como espirito invadirei seu domínio
Silencioso para sua família não me escutar...
Como o vento sussurrarei em seu ouvido...
Só existo para te dar prazer...
Percorrer seu corpo
Descobrir nosso sexo, nosso prazer, nosso amor...
De minha menina
Te transformar...
Em minha mulher
Minha tempestade, minha deusa, meu ser...
Como a noite, me ir antes do sol nascer
Deixando meu gosto em sua boca
Meu fruto em seu ventre...
Meu amor, minha magia, minha vida junto ao seu coração
Para mais um dia me esconder
Para em mais uma noite voltar
Por todas as noites que minha deusa desejar...
Silencioso para sua família não me escutar...
Como o vento sussurrarei em seu ouvido...
Só existo para te dar prazer...
Percorrer seu corpo
Descobrir nosso sexo, nosso prazer, nosso amor...
De minha menina
Te transformar...
Em minha mulher
Minha tempestade, minha deusa, meu ser...
Como a noite, me ir antes do sol nascer
Deixando meu gosto em sua boca
Meu fruto em seu ventre...
Meu amor, minha magia, minha vida junto ao seu coração
Para mais um dia me esconder
Para em mais uma noite voltar
Por todas as noites que minha deusa desejar...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
Madrugadas de solidão
Madrugadas de solidão
Madrugadas de trabalhos inúteis
De monótono silêncio
De enganosa paz
De lâmina em punho
De inquieta espera
Por inimigos que nunca chegaram
Por sonhos sangrentos nunca alcançados
Poesia incompleta
Madrugadas de trabalhos inúteis
De monótono silêncio
De enganosa paz
De lâmina em punho
De inquieta espera
Por inimigos que nunca chegaram
Por sonhos sangrentos nunca alcançados
Poesia incompleta
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Para aquela que amo
Meus primeiros pensamentos ao acordar
Minha mão a te procurar
Meus últimos desejos antes de dormir
Meu corpo a te buscar
O céu noturno
Meu domínio
Asas negras
Minha magia
Meus dias
Minhas noites...
Meu presente
nosso futuro...
___________________________________________________
Tudo isso para a menina que eu amo
Minha mão a te procurar
Meus últimos desejos antes de dormir
Meu corpo a te buscar
O céu noturno
Meu domínio
Asas negras
Minha magia
Meus dias
Minhas noites...
Meu presente
nosso futuro...
___________________________________________________
Tudo isso para a menina que eu amo
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Perdido
Perdido entre o céu e o mar
Entre Fortaleza e Goiânia
Entre saudades e esperanças
Entre sua imagem e sua voz...
Perdido esperando você
Esperando seu sorriso
Seu olhar
Seu toque
Seu carinho
Seu desejo...
Seu, meu... Nosso
Entre Fortaleza e Goiânia
Entre saudades e esperanças
Entre sua imagem e sua voz...
Perdido esperando você
Esperando seu sorriso
Seu olhar
Seu toque
Seu carinho
Seu desejo...
Seu, meu... Nosso
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Você acordando
Há noites assim
Tristeza, musicas e notas sem fim
Dedilhando poesias...
Canção do silêncio
Sem você perto de mim
Hoje é uma noite assim
Fogueiras e sombras
Tocando
Tocando sonetos e solidão
Você acordando chamando por mim...
___________________________________________________
Mais uma poesia incompleta...
Tristeza, musicas e notas sem fim
Dedilhando poesias...
Canção do silêncio
Sem você perto de mim
Hoje é uma noite assim
Fogueiras e sombras
Tocando
Tocando sonetos e solidão
Você acordando chamando por mim...
___________________________________________________
Mais uma poesia incompleta...
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Noites assim
Há noites assim
Tristeza, musicas e notas sem fim
Dedilhando poesias...
Canção do silêncio
Sem você perto de mim
Hoje é uma noite assim
Fogueiras e sombras
Tocando
Tocando sonetos e solidão
Você acordando chamando por mim...
Tristeza, musicas e notas sem fim
Dedilhando poesias...
Canção do silêncio
Sem você perto de mim
Hoje é uma noite assim
Fogueiras e sombras
Tocando
Tocando sonetos e solidão
Você acordando chamando por mim...
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