Lembro da tempestade naquele 21...
Ruas alagadas, aeroporto de Fortaleza fechado...
Um livro... Uma longa espera pelo sol que insitia em não aparecer...
Lembro até dos pirralhos que insistiam em não deixar eu ler meu livro em paz no avião...
Lembro de esperar uma mulher e achar uma garota assustada...
Do sorriso assustado, as mão tremendo, tá o corpo todo...
Do susto com meu beijo... Até mesmo do odor desagradavél de
alguém me observando enquanto te beijava...
De ler seus olhos, de prevê suas reações, de brincar com seus sustos...
De ter encontrado quem amo...
Dor morto que eskeceram de enterrar...
Da sua ansiedade quando entrou no quarto...
Do jeito como andei ao seu redor... O som da bolsa caindo no chão...
O gosto, o cheiro...
Você tremendo, ainda de meias...
De dormir tranquilo em muito tempo...
Quem sabe mais que uma vida...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Dor
Então os olhos se encontram
A promessa sussurrada
O encontro marcado
A dor anunciada
Seus olhos os meus...
Seu corpo no meu
O desejo
A luxuria
Como feras que atacam a carne...
Com desejo e violência...
Com fome
Com sede
Texto inacabado
Lembro da dor... A chuva trazia com ela mil farpas de gelo para meu corpo, mil estacas de fogo para minha alma... Sim na rede com alguém, mesmo amando outro alguém... Sim ha prazer. Mas ha dor... Como alguém que morrendo de fome, come mesmo sabendo que o prato foi temperado com veneno... Algúns chamam isso de voltar a viver...
A promessa sussurrada
O encontro marcado
A dor anunciada
Seus olhos os meus...
Seu corpo no meu
O desejo
A luxuria
Como feras que atacam a carne...
Com desejo e violência...
Com fome
Com sede
Texto inacabado
Lembro da dor... A chuva trazia com ela mil farpas de gelo para meu corpo, mil estacas de fogo para minha alma... Sim na rede com alguém, mesmo amando outro alguém... Sim ha prazer. Mas ha dor... Como alguém que morrendo de fome, come mesmo sabendo que o prato foi temperado com veneno... Algúns chamam isso de voltar a viver...
segunda-feira, 13 de abril de 2009
A baixo a musica que embalou meu feriado... O texto em si ainda esta muito bagunçado para ser postado mas a musica ainda me persegue quando fecho os olhos... Quando sinto o vento, quando sou retalhado pela chuva
Hanging By A Moment (tradução)
Lifehouse
Composição: Indisponível
Desesperado para mudar
Ansioso pela verdade
Estou perto do lugar onde eu comecei
Estou te perseguindo
Estou me apaixonando cada vez mais por você
Deixando para trás tudo ao que eu havia me apegado
Estou aqui parado até que você faça eu me mover
Estou aqui por um momento com você
Esquecendo tudo o que necessito
Completamente incompleto
Eu aceitarei seu convite
Você pega tudo de mim
...
Estou vivendo para única coisa que eu conheço
Estou correndo e não tenho muita certeza para onde ir
E não sei no que estou me metendo
Apenas aqui por um momento com você
Não há mais nada para perder
Não há mais nada para achar
Não há nada no mundo
Que possa mudar minha mente
Não há mais nada
Não há mais nada
Não há mais nada
...
Estou vivendo para única coisa que eu conheço
Estou correndo e não tenho muita certeza para onde ir
E não sei no que estou me metendo
Apenas aqui por um momento com você
Apenas esperando um momento
Esperando um momento
Esperando um momento
Esperando por um momento com você
Hanging By A Moment (tradução)
Lifehouse
Composição: Indisponível
Desesperado para mudar
Ansioso pela verdade
Estou perto do lugar onde eu comecei
Estou te perseguindo
Estou me apaixonando cada vez mais por você
Deixando para trás tudo ao que eu havia me apegado
Estou aqui parado até que você faça eu me mover
Estou aqui por um momento com você
Esquecendo tudo o que necessito
Completamente incompleto
Eu aceitarei seu convite
Você pega tudo de mim
...
Estou vivendo para única coisa que eu conheço
Estou correndo e não tenho muita certeza para onde ir
E não sei no que estou me metendo
Apenas aqui por um momento com você
Não há mais nada para perder
Não há mais nada para achar
Não há nada no mundo
Que possa mudar minha mente
Não há mais nada
Não há mais nada
Não há mais nada
...
Estou vivendo para única coisa que eu conheço
Estou correndo e não tenho muita certeza para onde ir
E não sei no que estou me metendo
Apenas aqui por um momento com você
Apenas esperando um momento
Esperando um momento
Esperando um momento
Esperando por um momento com você
terça-feira, 7 de abril de 2009
Dias
Dias como noites
Noites sem dias
Relembrando dores antigas
Vivendo as novas agonias
Relendo o passado
Pensando no futuro
Desperdiçando o presente...
Por que isso parece tão comum...
Noites sem dias
Relembrando dores antigas
Vivendo as novas agonias
Relendo o passado
Pensando no futuro
Desperdiçando o presente...
Por que isso parece tão comum...
terça-feira, 24 de março de 2009
Jade
Olhos de jade
Olhos que crivam
Que me traem
Olhos para esta noite e nada mais
Olhos que me roubam o sossego...
Que me subtrai palavras
Que me erram caminhos
Quem me tem
Que me trai
Doentes do caráter...
Doentes da alma
De corpo corrompido de laciva...
Olhos para uma noite e nada mais...
Olhos que crivam
Que me traem
Olhos para esta noite e nada mais
Olhos que me roubam o sossego...
Que me subtrai palavras
Que me erram caminhos
Quem me tem
Que me trai
Doentes do caráter...
Doentes da alma
De corpo corrompido de laciva...
Olhos para uma noite e nada mais...
quarta-feira, 18 de março de 2009
Garotos perdidos
Há garotos perdidos que tentam se encontrat na noite
Garotos perdidos...
Em suas maquinas velozes
Mas seus pensamentos lentos
Buscando na noite o que não encontram em se mesmo
Buscando o perigo que nunca enfrentaram
A dor que nunca sentiram...
A liberdade que nunca saberam usar...
Doces garotos tão donos de se
Tão tolos de se...
Pobres garotos...
As vezes queria ser tolo como eles ao inves de sabio e indiferente...
Garotos perdidos...
Em suas maquinas velozes
Mas seus pensamentos lentos
Buscando na noite o que não encontram em se mesmo
Buscando o perigo que nunca enfrentaram
A dor que nunca sentiram...
A liberdade que nunca saberam usar...
Doces garotos tão donos de se
Tão tolos de se...
Pobres garotos...
As vezes queria ser tolo como eles ao inves de sabio e indiferente...
sexta-feira, 6 de março de 2009
Eclipse
Então ela disse...
Ele teria sido o ar, o sol"."Eu costumava pensar em nele desse jeito, sabe. Como o sol.
Meu sol particular. Ele equilibrava bem as nuvens pra mim".
O dragão sussurou
"Das nuvens ele pode cuidar. Mas ele não pode lutar com um eclipse"...
Os olhos dela se encheram de dor... As pernas tremularam... Mas a verdade havia sido dita... Sim ela amava o marido... Mas o eclipse era sua propria alma...
Ultimas palavras da noite...
"'Eu não posso viver a minha vida! Eu não posso viver sem a minha alma!"
Ele teria sido o ar, o sol"."Eu costumava pensar em nele desse jeito, sabe. Como o sol.
Meu sol particular. Ele equilibrava bem as nuvens pra mim".
O dragão sussurou
"Das nuvens ele pode cuidar. Mas ele não pode lutar com um eclipse"...
Os olhos dela se encheram de dor... As pernas tremularam... Mas a verdade havia sido dita... Sim ela amava o marido... Mas o eclipse era sua propria alma...
Ultimas palavras da noite...
"'Eu não posso viver a minha vida! Eu não posso viver sem a minha alma!"
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Lua e Mar
Puxar e empurrar...
Te quero perto , perto para não tocar
Te quero longe, longe mas ainda te chamar
Perto, mas nos seus olhos não olhar
Longe, mas seus sussurro ainda escutar
Conversão elíptica de corpos celestes
Que se aproximam para se afastarem
Que se afastam para se encontrarem
Ciclo sem fim... Puxar e empurrar...
Te quero perto , perto para não tocar
Te quero longe, longe mas ainda te chamar
Perto, mas nos seus olhos não olhar
Longe, mas seus sussurro ainda escutar
Conversão elíptica de corpos celestes
Que se aproximam para se afastarem
Que se afastam para se encontrarem
Ciclo sem fim... Puxar e empurrar...
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
As vezes
As vezes olho a lua sem esperança
As vezes ando a noite sem destino
As vezes... Mas só as vezes prefiro o dia
As vezes as cicatrizes são insuportaves...
As vezes... Fecho os olhos e deixo o tempo passar
Impune... Eterno... Efemero...
As vezes sinto o gosto do veneno das bruxas...
Me deixo levar por suas ilusões, decepisões...
Me enebrear por caminhos tortos...
Por descaminhos que levam para longe de mim...
As vezes ando a noite sem destino
As vezes... Mas só as vezes prefiro o dia
As vezes as cicatrizes são insuportaves...
As vezes... Fecho os olhos e deixo o tempo passar
Impune... Eterno... Efemero...
As vezes sinto o gosto do veneno das bruxas...
Me deixo levar por suas ilusões, decepisões...
Me enebrear por caminhos tortos...
Por descaminhos que levam para longe de mim...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Angustia
De novo em ruas ecuras...
De novo ferido...
De novo a dor em meus ombro... (Quebrado)
Em meu peito (Desesperado..)
De novo a garrafa em minha mão...
Nada em minha cabeça...
O sol o mar o vento em minha direção...
Então a angustia... O rugido dos que não sabem mais chorar... Dos que prometeram não mais chorar... Dos orgulhosos e arrogantes que a nada se curvão...
Queria me lembrar de tempos felizes... Mas esses parecem distantes e que não mais voltaram...
Achei que tinha corpo... Mas há um tempo uma garota quebrou meu ombro...
Achei que tinha mente... Mas essa esta sendo forçada e esta bem proxima ao limite...
Achei que tinha um dragão, mas esse me rejeita sempre que meu orgulho é ferido...
Pensei que tinha protegido meu coração... Mas alguém o ferio...
Estou a apenas ferico, caido em um canto escuro qualquer...
Desesperado... Angustiado... Gritando em um silencio etherno...
Preso em uma tristeza sem fim...
Nem mesmo mar se seve de abrigo
Nem mesmo o vento de fortaleza...
Nem o fogo de abrigo...
De novo ferido...
De novo a dor em meus ombro... (Quebrado)
Em meu peito (Desesperado..)
De novo a garrafa em minha mão...
Nada em minha cabeça...
O sol o mar o vento em minha direção...
Então a angustia... O rugido dos que não sabem mais chorar... Dos que prometeram não mais chorar... Dos orgulhosos e arrogantes que a nada se curvão...
Queria me lembrar de tempos felizes... Mas esses parecem distantes e que não mais voltaram...
Achei que tinha corpo... Mas há um tempo uma garota quebrou meu ombro...
Achei que tinha mente... Mas essa esta sendo forçada e esta bem proxima ao limite...
Achei que tinha um dragão, mas esse me rejeita sempre que meu orgulho é ferido...
Pensei que tinha protegido meu coração... Mas alguém o ferio...
Estou a apenas ferico, caido em um canto escuro qualquer...
Desesperado... Angustiado... Gritando em um silencio etherno...
Preso em uma tristeza sem fim...
Nem mesmo mar se seve de abrigo
Nem mesmo o vento de fortaleza...
Nem o fogo de abrigo...
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Por que tinha de ligar
Por que eu tinha de sangrar
Por que eu tinha que lembrar
Por que eu tinha de voltar a chorar...
Por que de novo...
Agora que eu fingia que estava curado
Que eu fingia não ter coração.
Que ue fingia não mais doer...
Por que logo agora você teve de ligar...
De falar... De me tocar com sua voz
Por que eu tinha de sangrar
Por que eu tinha que lembrar
Por que eu tinha de voltar a chorar...
Por que de novo...
Agora que eu fingia que estava curado
Que eu fingia não ter coração.
Que ue fingia não mais doer...
Por que logo agora você teve de ligar...
De falar... De me tocar com sua voz
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Hérois
Pois eu não tenho o sangue dos heróis
Em minhas veias...
Ele escorre sobre meus punhos
Eu o tenho sob meus pés...
Incompleto
PRIMEIRO ATO
A Cidade dos Malditos
Um escritor nunca esquece a primeira vez em que aceita algumas moedas ou um elogio em troca de uma história. Nunca esquece a primeira vez em que sente o doce veneno da vaidade no sangue e começa a acreditar que, se conseguir disfarçar sua falta de talento, o sonho da literatura será capaz de garantir um teto sobre sua cabeça, um prato quente no final do dia e aquilo que mais deseja: seu nome impresso num miserável pedaço de papel que certamente vai viver mais do que ele. Um escritor está condenado a recordar esse momento porque, a partir daí, ele está perdido e sua alma já tem um preço.
"O jogo dos Anjos"
Em minhas veias...
Ele escorre sobre meus punhos
Eu o tenho sob meus pés...
Incompleto
PRIMEIRO ATO
A Cidade dos Malditos
Um escritor nunca esquece a primeira vez em que aceita algumas moedas ou um elogio em troca de uma história. Nunca esquece a primeira vez em que sente o doce veneno da vaidade no sangue e começa a acreditar que, se conseguir disfarçar sua falta de talento, o sonho da literatura será capaz de garantir um teto sobre sua cabeça, um prato quente no final do dia e aquilo que mais deseja: seu nome impresso num miserável pedaço de papel que certamente vai viver mais do que ele. Um escritor está condenado a recordar esse momento porque, a partir daí, ele está perdido e sua alma já tem um preço.
"O jogo dos Anjos"
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
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